Calculadora de salário-maternidade 2026: veja se você tem direito e quanto vai receber em 120 dias
Calculadora de salário-maternidade 2026 que confere se você tem direito pelo seu tipo de contribuição e estima o valor dos 120 dias para empregada com carteira, doméstica, MEI, autônoma, facultativa, trabalhadora rural e desempregada, com o piso e o teto do INSS, o prazo para pedir, o que fazer se o INSS negar e a estabilidade de quem foi demitida na gravidez.
- A calculadora de salário-maternidade confere se você tem direito pelo seu tipo de contribuição e estima o valor dos 120 dias.
- O direito muda conforme o tipo: sem carência para quem tem carteira, uma contribuição em dia para MEI e autônoma, atividade rural comprovada e período de proteção para a desempregada.
- O pedido vale até 5 anos depois do parto, e quem foi demitida na gravidez também pode ter direito à estabilidade.
O bebê chegou, ou está para chegar, e a primeira pergunta é: eu tenho direito ao salário-maternidade? A resposta muda conforme o seu tipo de trabalho, e muita mãe deixa de pedir por achar que não tem direito. A calculadora de salário-maternidade abaixo confere o seu direito e, em seguida, mostra o valor por mês e o total dos 120 dias. Depois, explicamos cada regra.
A calculadora de salário-maternidade pergunta se você está grávida ou já teve o bebê, como trabalhava ou contribuía para o INSS e o que a regra do seu tipo exige. Com isso, mostra se você tem direito, se pode ter direito ou se o direito é incerto, e estima o valor mensal e o total dos 120 dias. É uma análise de orientação, e o direito e o valor oficiais dependem dos seus salários de contribuição e da análise do INSS.
Abaixo da calculadora, você vê como o direito é conferido, como o valor é calculado, o prazo para pedir e o que fazer se o INSS negar.
📋 O que você vai ver neste artigo
- Como usar a calculadora de salário-maternidade
- Como a calculadora de salário-maternidade confere o seu direito
- Como a calculadora de salário-maternidade calcula o valor
- Exemplo da calculadora de salário-maternidade com salário de R$ 3.800
- O piso e o teto na calculadora de salário-maternidade
- Quanto tempo dura o salário-maternidade
- Calculadora de salário-maternidade e o prazo para pedir
- E se o INSS negou ou demorou?
- E se você foi demitida na gravidez?
- Quanto o salário-maternidade pode valer sem ter sido pedido
- O receio de pedir o benefício
- Você se identifica com alguma destas situações?
- O que o STF e o TST já decidiram sobre a maternidade
- Erros comuns na calculadora de salário-maternidade e no pedido
- Por que ter um advogado acompanhando o seu caso
- Perguntas frequentes
- O que dizem nossos clientes
- Quer conferir o seu caso
Como usar a calculadora de salário-maternidade
A calculadora começa pela sua situação e pelo seu tipo de trabalho. Depois, faz uma pergunta que decide o seu direito, como a contribuição ao INSS ou o tempo sem trabalhar. Em seguida, pede o seu último salário ou, se contribui por conta própria, a média dos últimos 12 meses. Por fim, quer saber como está o pedido e se o contrato terminou na gravidez ou depois do parto. Para ver o resultado, você informa nome e WhatsApp. Quem está grávida também pode usar, porque o pedido pode começar até 28 dias antes do parto.
Como a calculadora de salário-maternidade confere o seu direito
A calculadora faz uma pergunta a mais, conforme o seu tipo de trabalho, porque a regra do direito muda de um tipo para outro:
| Tipo de segurada | O que a calculadora confere | Resultado |
|---|---|---|
| Empregada com carteira | Se você tinha carteira na época. Não há carência. | Provável direito |
| Empregada doméstica | Se você tinha registro na época. Não há carência. | Provável direito |
| MEI e autônoma | Se você pagou ao menos uma contribuição antes do parto | Em dia: provável direito. Atrasada: pode ter direito |
| Trabalhadora rural | Se você trabalhava na roça nos 10 meses antes do parto | O tempo todo: provável direito. Em parte: pode ter direito |
| Desempregada | Há quanto tempo você deixou de contribuir | Até 1 ano: provável direito. Até 3 anos: pode ter direito. Mais de 3 anos: direito incerto |
Em 2024, o STF decidiu que a exigência de 10 contribuições para MEI, autônoma e facultativa era inconstitucional (ADIs 2110 e 2111). Hoje, uma contribuição em dia basta, desde que você esteja protegida pelo INSS na data do parto. A empregada com carteira nunca precisou de carência. A desempregada continua protegida por 12 meses depois da última contribuição, e esse prazo pode chegar a 24 ou 36 meses. Veja salário-maternidade da desempregada e salário-maternidade rural.
Os três resultados significam o seguinte:
- Provável direito: pelo que você respondeu, a regra do seu tipo está cumprida.
- Pode ter direito: falta confirmar um ponto, como uma contribuição atrasada, e um advogado confere.
- Direito incerto: em regra não há direito, mas há exceções, e muitos casos só se resolvem com os documentos na mão.
Como a calculadora de salário-maternidade calcula o valor
O benefício dura 120 dias, ou 4 meses, e o valor mensal depende do seu tipo de segurada (arts. 71 a 73 da Lei 8.213/91):
- Empregada com carteira: o salário integral, que a empresa paga e depois desconta do INSS.
- Empregada doméstica: o último salário, até o teto do INSS, pago pelo INSS.
- MEI e trabalhadora rural: um salário mínimo, que em 2026 é R$ 1.621.
- Autônoma, facultativa e desempregada protegida: a média das contribuições, no mínimo um salário mínimo e no máximo o teto.
O teto do INSS usado na calculadora é R$ 8.475,55. Veja salário-maternidade para as regras completas.
Exemplo da calculadora de salário-maternidade com salário de R$ 3.800
Veja o que a calculadora mostra para cinco mães, cada uma com um tipo de trabalho:
| Mãe | Tipo de trabalho | Valor por mês | Total em 120 dias |
|---|---|---|---|
| Fernanda | Carteira assinada, salário de R$ 3.800 | R$ 3.800 | R$ 15.200 |
| Patrícia | Autônoma, média de R$ 3.600 | R$ 3.600 | R$ 14.400 |
| Marina | Desempregada protegida, média de R$ 4.000 | R$ 4.000 | R$ 16.000 |
| Bia | MEI | R$ 1.621 | R$ 6.484 |
| Dora | Trabalhadora rural | R$ 1.621 | R$ 6.484 |
Os valores são brutos e aproximados, sem correção e juros, e servem só para ilustrar.
O piso e o teto na calculadora de salário-maternidade
Para quem contribui por conta própria, o valor nunca fica abaixo de um salário mínimo, ou seja, R$ 1.621 por mês e R$ 6.484 nos 120 dias. No outro extremo, o benefício pago pelo INSS não passa do teto: R$ 8.475,55 por mês, ou cerca de R$ 33.900 no total. Se a sua média de contribuições for muito baixa, a calculadora usa o piso. Se for muito alta, usa o teto.
Quanto tempo dura o salário-maternidade
São 120 dias, a contar do parto ou, no máximo, de 28 dias antes dele. Na adoção, o benefício também vale, e a contagem começa na guarda ou na adoção. Algumas empresas aderem ao Empresa Cidadã e estendem a licença da empregada por mais 60 dias, que a própria empresa paga. A calculadora conta só os 120 dias pagos pelo INSS. Veja CID para licença-maternidade.
Calculadora de salário-maternidade e o prazo para pedir
Você pode pedir até 5 anos depois do parto. Se nunca pediu, ou se o INSS negou, ainda dá para reivindicar o benefício dentro desse prazo. Depois dele, em regra, o direito se perde. Por isso, a calculadora separa quem teve o bebê há mais de 5 anos. Guardar a certidão de nascimento e os comprovantes de contribuição ajuda em qualquer caso.
E se o INSS negou ou demorou?
Isso é comum, e os motivos se repetem: contribuições pagas fora do prazo, falta de documentos, dúvida sobre a proteção do INSS ou atividade rural sem prova. Você pode recorrer ao INSS ou entrar na Justiça Federal, com os comprovantes à mão. Quanto antes, melhor, porque o prazo de 5 anos corre. Veja benefício negado pelo INSS e salário-maternidade concedido.
E se você foi demitida na gravidez?
A empregada gestante tem estabilidade desde a confirmação da gravidez até 5 meses depois do parto (art. 10, II, b, do ADCT). Ela vale mesmo que a empresa não soubesse da gravidez (Tema 497 do STF). Por isso, a calculadora marca como prioritário o caso de quem foi demitida nesse período: além do salário-maternidade, pode haver direito à estabilidade. Veja grávida pode ser demitida e demitida depois da licença-maternidade.
Quanto o salário-maternidade pode valer sem ter sido pedido
O caso abaixo é hipotético e usa situações comuns.
Juliana contribuiu como autônoma, com média de R$ 3.500, e teve o bebê há 2 anos. Ninguém avisou que ela tinha direito, e ela nunca pediu o salário-maternidade. Pela conta da calculadora, o benefício dos 120 dias seria de cerca de R$ 14.000. O valor depende de provar a proteção do INSS na data do parto e não inclui correção e juros.
O receio de pedir o benefício
Muita mãe acha que o benefício é só para quem tem carteira assinada, ou que perdeu o direito por ter demorado. Outras têm medo de pedir ao INSS e ter o pedido negado. Mas o benefício vale para vários tipos de segurada, e o prazo de 5 anos permite pedir mesmo depois de algum tempo. Reunir os documentos desde já mantém as opções abertas.
Você se identifica com alguma destas situações?
- Você contribui como MEI ou autônoma e não sabe se tem direito.
- Você teve o bebê e nunca pediu o salário-maternidade.
- O INSS negou ou demorou muito para responder.
- Você recebeu menos do que a sua contribuição indicava.
- Você foi demitida na gravidez ou logo depois do parto.
Se você se viu em algum item, fale com um advogado, com sigilo.
🔒 Atendimento pelo WhatsApp, com sigilo. A conversa não obriga você a entrar com nenhuma ação.
O que o STF e o TST já decidiram sobre a maternidade
Em resumo, é isto que a Justiça já decidiu:
⚖️ STF, ADIs 2110 e 2111
MEI, autônoma e facultativa não precisam provar 10 contribuições para receber o salário-maternidade.
Ver a fonte oficial⚖️ Tema 497 do STF
A gestante tem estabilidade no emprego se a gravidez começou antes da dispensa, mesmo que a empresa não soubesse.
Ver a fonte oficial⚖️ Súmula 244 do TST
A gestante tem direito à estabilidade mesmo no contrato por prazo determinado, como o de experiência.
Ver a fonte oficialErros comuns na calculadora de salário-maternidade e no pedido
- Usar o salário bruto de hoje, e não a média das contribuições, no caso de autônoma.
- Achar que o benefício é só para empregada com carteira.
- Pedir só depois de muito tempo e deixar passar os 5 anos.
- Pagar as contribuições em atraso sem conferir se elas contam.
- Esquecer da estabilidade de quem foi demitida na gravidez.
Por que ter um advogado acompanhando o seu caso
A estimativa não basta: o valor real depende das suas contribuições e da prova da proteção do INSS na data do parto. O INSS costuma negar por detalhes, e a segurada costuma ter só parte dos documentos. Um advogado confere o CNIS, organiza as provas e faz o pedido ou o recurso.
Por isso, o advogado:
- Confere o CNIS e as contribuições.
- Calcula o valor pela regra certa para o seu tipo de segurada.
- Faz o pedido ao INSS ou na Justiça.
- Avalia a estabilidade de quem foi demitida na gravidez.
- Acompanha o caso até o recebimento.
Cada caso é analisado individualmente, sem promessa de resultado.
Perguntas frequentes
A calculadora garante que eu tenho direito?
Não. Ela dá uma análise de orientação, com base no que você responde. O direito oficial depende dos seus salários de contribuição, da data do parto e da análise do INSS.
A calculadora vale para MEI?
Vale. A MEI recebe um salário mínimo por mês, e a calculadora usa esse valor. Para ter direito, é preciso estar com as contribuições em dia.
O pai pode receber o salário-maternidade?
Em regra, não. O benefício é da mãe. Em casos como adoção por homem sozinho ou morte da mãe, há regras próprias.
Quando o dinheiro cai?
Depende do tipo. A empregada recebe pela empresa, junto com o salário. As demais recebem do INSS, depois do pedido ser aprovado.
Posso pedir antes do parto?
Pode. O pedido pode começar até 28 dias antes da data provável do parto, com o atestado médico.
Qual é o prazo para pedir?
Até 5 anos depois do parto.
O que dizem nossos clientes
Avaliações reais de clientes no Google.
Quer conferir o seu caso
O resultado é uma estimativa. O valor exato depende das suas contribuições, da data do parto e da análise do INSS. Se você nunca pediu, se o INSS negou ou se foi demitida na gravidez, um advogado olha os seus documentos e diz quais são os seus direitos.
Você fala pelo WhatsApp, com sigilo, e sem compromisso de entrar com ação.
🔒 Atendimento pelo WhatsApp, com sigilo. A conversa não obriga você a entrar com nenhuma ação.