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Calculadora de salário-maternidade 2026: veja se você tem direito e quanto vai receber em 120 dias

Calculadora de salário-maternidade 2026 que confere se você tem direito pelo seu tipo de contribuição e estima o valor dos 120 dias para empregada com carteira, doméstica, MEI, autônoma, facultativa, trabalhadora rural e desempregada, com o piso e o teto do INSS, o prazo para pedir, o que fazer se o INSS negar e a estabilidade de quem foi demitida na gravidez.

Atualizado em 2026 · Leitura de 7 minutos

Em resumo
  • A calculadora de salário-maternidade confere se você tem direito pelo seu tipo de contribuição e estima o valor dos 120 dias.
  • O direito muda conforme o tipo: sem carência para quem tem carteira, uma contribuição em dia para MEI e autônoma, atividade rural comprovada e período de proteção para a desempregada.
  • O pedido vale até 5 anos depois do parto, e quem foi demitida na gravidez também pode ter direito à estabilidade.

O bebê chegou, ou está para chegar, e a primeira pergunta é: eu tenho direito ao salário-maternidade? A resposta muda conforme o seu tipo de trabalho, e muita mãe deixa de pedir por achar que não tem direito. A calculadora de salário-maternidade abaixo confere o seu direito e, em seguida, mostra o valor por mês e o total dos 120 dias. Depois, explicamos cada regra.

A calculadora de salário-maternidade pergunta se você está grávida ou já teve o bebê, como trabalhava ou contribuía para o INSS e o que a regra do seu tipo exige. Com isso, mostra se você tem direito, se pode ter direito ou se o direito é incerto, e estima o valor mensal e o total dos 120 dias. É uma análise de orientação, e o direito e o valor oficiais dependem dos seus salários de contribuição e da análise do INSS.

Abaixo da calculadora, você vê como o direito é conferido, como o valor é calculado, o prazo para pedir e o que fazer se o INSS negar.

📋 O que você vai ver neste artigo

Como usar a calculadora de salário-maternidade

A calculadora começa pela sua situação e pelo seu tipo de trabalho. Depois, faz uma pergunta que decide o seu direito, como a contribuição ao INSS ou o tempo sem trabalhar. Em seguida, pede o seu último salário ou, se contribui por conta própria, a média dos últimos 12 meses. Por fim, quer saber como está o pedido e se o contrato terminou na gravidez ou depois do parto. Para ver o resultado, você informa nome e WhatsApp. Quem está grávida também pode usar, porque o pedido pode começar até 28 dias antes do parto.

Como a calculadora de salário-maternidade confere o seu direito

A calculadora faz uma pergunta a mais, conforme o seu tipo de trabalho, porque a regra do direito muda de um tipo para outro:

Tipo de seguradaO que a calculadora confereResultado
Empregada com carteiraSe você tinha carteira na época. Não há carência.Provável direito
Empregada domésticaSe você tinha registro na época. Não há carência.Provável direito
MEI e autônomaSe você pagou ao menos uma contribuição antes do partoEm dia: provável direito. Atrasada: pode ter direito
Trabalhadora ruralSe você trabalhava na roça nos 10 meses antes do partoO tempo todo: provável direito. Em parte: pode ter direito
DesempregadaHá quanto tempo você deixou de contribuirAté 1 ano: provável direito. Até 3 anos: pode ter direito. Mais de 3 anos: direito incerto

Em 2024, o STF decidiu que a exigência de 10 contribuições para MEI, autônoma e facultativa era inconstitucional (ADIs 2110 e 2111). Hoje, uma contribuição em dia basta, desde que você esteja protegida pelo INSS na data do parto. A empregada com carteira nunca precisou de carência. A desempregada continua protegida por 12 meses depois da última contribuição, e esse prazo pode chegar a 24 ou 36 meses. Veja salário-maternidade da desempregada e salário-maternidade rural.

Os três resultados significam o seguinte:

Como a calculadora de salário-maternidade calcula o valor

O benefício dura 120 dias, ou 4 meses, e o valor mensal depende do seu tipo de segurada (arts. 71 a 73 da Lei 8.213/91):

O teto do INSS usado na calculadora é R$ 8.475,55. Veja salário-maternidade para as regras completas.

Exemplo da calculadora de salário-maternidade com salário de R$ 3.800

Veja o que a calculadora mostra para cinco mães, cada uma com um tipo de trabalho:

MãeTipo de trabalhoValor por mêsTotal em 120 dias
FernandaCarteira assinada, salário de R$ 3.800R$ 3.800R$ 15.200
PatríciaAutônoma, média de R$ 3.600R$ 3.600R$ 14.400
MarinaDesempregada protegida, média de R$ 4.000R$ 4.000R$ 16.000
BiaMEIR$ 1.621R$ 6.484
DoraTrabalhadora ruralR$ 1.621R$ 6.484

Os valores são brutos e aproximados, sem correção e juros, e servem só para ilustrar.

O piso e o teto na calculadora de salário-maternidade

Para quem contribui por conta própria, o valor nunca fica abaixo de um salário mínimo, ou seja, R$ 1.621 por mês e R$ 6.484 nos 120 dias. No outro extremo, o benefício pago pelo INSS não passa do teto: R$ 8.475,55 por mês, ou cerca de R$ 33.900 no total. Se a sua média de contribuições for muito baixa, a calculadora usa o piso. Se for muito alta, usa o teto.

Quanto tempo dura o salário-maternidade

São 120 dias, a contar do parto ou, no máximo, de 28 dias antes dele. Na adoção, o benefício também vale, e a contagem começa na guarda ou na adoção. Algumas empresas aderem ao Empresa Cidadã e estendem a licença da empregada por mais 60 dias, que a própria empresa paga. A calculadora conta só os 120 dias pagos pelo INSS. Veja CID para licença-maternidade.

Calculadora de salário-maternidade e o prazo para pedir

Você pode pedir até 5 anos depois do parto. Se nunca pediu, ou se o INSS negou, ainda dá para reivindicar o benefício dentro desse prazo. Depois dele, em regra, o direito se perde. Por isso, a calculadora separa quem teve o bebê há mais de 5 anos. Guardar a certidão de nascimento e os comprovantes de contribuição ajuda em qualquer caso.

E se o INSS negou ou demorou?

Isso é comum, e os motivos se repetem: contribuições pagas fora do prazo, falta de documentos, dúvida sobre a proteção do INSS ou atividade rural sem prova. Você pode recorrer ao INSS ou entrar na Justiça Federal, com os comprovantes à mão. Quanto antes, melhor, porque o prazo de 5 anos corre. Veja benefício negado pelo INSS e salário-maternidade concedido.

E se você foi demitida na gravidez?

A empregada gestante tem estabilidade desde a confirmação da gravidez até 5 meses depois do parto (art. 10, II, b, do ADCT). Ela vale mesmo que a empresa não soubesse da gravidez (Tema 497 do STF). Por isso, a calculadora marca como prioritário o caso de quem foi demitida nesse período: além do salário-maternidade, pode haver direito à estabilidade. Veja grávida pode ser demitida e demitida depois da licença-maternidade.

Quanto o salário-maternidade pode valer sem ter sido pedido

O caso abaixo é hipotético e usa situações comuns.

Juliana contribuiu como autônoma, com média de R$ 3.500, e teve o bebê há 2 anos. Ninguém avisou que ela tinha direito, e ela nunca pediu o salário-maternidade. Pela conta da calculadora, o benefício dos 120 dias seria de cerca de R$ 14.000. O valor depende de provar a proteção do INSS na data do parto e não inclui correção e juros.

O receio de pedir o benefício

Muita mãe acha que o benefício é só para quem tem carteira assinada, ou que perdeu o direito por ter demorado. Outras têm medo de pedir ao INSS e ter o pedido negado. Mas o benefício vale para vários tipos de segurada, e o prazo de 5 anos permite pedir mesmo depois de algum tempo. Reunir os documentos desde já mantém as opções abertas.

Você se identifica com alguma destas situações?

Se você se viu em algum item, fale com um advogado, com sigilo.

🔒 Atendimento pelo WhatsApp, com sigilo. A conversa não obriga você a entrar com nenhuma ação.

O que o STF e o TST já decidiram sobre a maternidade

Em resumo, é isto que a Justiça já decidiu:

⚖️ STF, ADIs 2110 e 2111

MEI, autônoma e facultativa não precisam provar 10 contribuições para receber o salário-maternidade.

Ver a fonte oficial

⚖️ Tema 497 do STF

A gestante tem estabilidade no emprego se a gravidez começou antes da dispensa, mesmo que a empresa não soubesse.

Ver a fonte oficial

⚖️ Súmula 244 do TST

A gestante tem direito à estabilidade mesmo no contrato por prazo determinado, como o de experiência.

Ver a fonte oficial

Erros comuns na calculadora de salário-maternidade e no pedido

Por que ter um advogado acompanhando o seu caso

A estimativa não basta: o valor real depende das suas contribuições e da prova da proteção do INSS na data do parto. O INSS costuma negar por detalhes, e a segurada costuma ter só parte dos documentos. Um advogado confere o CNIS, organiza as provas e faz o pedido ou o recurso.

Por isso, o advogado:

Cada caso é analisado individualmente, sem promessa de resultado.

Perguntas frequentes

A calculadora garante que eu tenho direito?

Não. Ela dá uma análise de orientação, com base no que você responde. O direito oficial depende dos seus salários de contribuição, da data do parto e da análise do INSS.

A calculadora vale para MEI?

Vale. A MEI recebe um salário mínimo por mês, e a calculadora usa esse valor. Para ter direito, é preciso estar com as contribuições em dia.

O pai pode receber o salário-maternidade?

Em regra, não. O benefício é da mãe. Em casos como adoção por homem sozinho ou morte da mãe, há regras próprias.

Quando o dinheiro cai?

Depende do tipo. A empregada recebe pela empresa, junto com o salário. As demais recebem do INSS, depois do pedido ser aprovado.

Posso pedir antes do parto?

Pode. O pedido pode começar até 28 dias antes da data provável do parto, com o atestado médico.

Qual é o prazo para pedir?

Até 5 anos depois do parto.

O que dizem nossos clientes

Avaliações reais de clientes no Google.

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Jeferson Ricardo Mendes
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me ajudaram do começo ao fim, esclareceram todas minhas duvidas, indico 100%... parabéns pessoal
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Cristina Pereira lima
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Muito bom dando sequência em meu processo e com êxito parabéns
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Mickaelly Ramos
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Estou sendo acompanhada pelo escritório em um processo trabalhista e, até o momento, tenho recebido um bom atendimento, com atenção, esclarecimento das minhas dúvidas e apoio durante o andamento do processo. Sempre que recebo notícias, eles me explicam os próximos passos e me deixam mais tranquila em relação ao que está acontecendo. Meu processo ainda não foi finalizado, mas faço questão de reconhecer o suporte e a dedicação que tenho recebido até aqui. Espero que tudo continue caminhando bem e agradeço pela atenção e pelo cuidado comigo durante essa fase. ❤️
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Fernanda Gonçalves
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Excelente advogados, secretária educada, tira todas as dúvidas, aguardando os próximos passos 😊 mais desde já agradeço
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Guilherme Silvério de Lima
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Muito ótimo atendimento e rápido a resposta
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Daramicaele Micaele
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Ótima experiência com todos eles, muito bem carinhosos, excelente trabalho, recomendo muito ❤️❤️🙏
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Carolina Rios
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Muito profissionais, super indico!
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tayna Lorrayna
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Extremamente competentes e atencioso, recomendo para qualquer um!!!

Quer conferir o seu caso

O resultado é uma estimativa. O valor exato depende das suas contribuições, da data do parto e da análise do INSS. Se você nunca pediu, se o INSS negou ou se foi demitida na gravidez, um advogado olha os seus documentos e diz quais são os seus direitos.

Você fala pelo WhatsApp, com sigilo, e sem compromisso de entrar com ação.

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Sobre o autor
Jonas Figueiredo
Advogado trabalhista · OAB/SP 301.308
Atua em direito do trabalho desde 2010. Pós-graduado em Direito e Processo do Trabalho pela Escola Paulista de Direito (EPD), com MBA em Direito e Prática do Trabalho e em Direito e Prática Previdenciária. Tem formação em Técnicas de Negociação e em Planejamento Estratégico para Escritórios de Advocacia pela Fundação Getulio Vargas (FGV). É membro da Ordem dos Advogados do Brasil, da Associação dos Advogados de São Paulo (AASP) e da Associação dos Advogados Trabalhistas de São Paulo (AATSP).
📰 Já falou à imprensa sobre direitos de quem trabalha: Migalhas, Portal Hospitais Brasil, PE News e outros. Veja na mídia
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