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Doença e invalidez

Calculadora de auxílio-acidente 2026: valor mensal, atrasados e 13º do benefício do INSS

Calculadora de auxílio-acidente 2026 para quem ficou com sequela depois de um acidente, com o valor de 50% do salário de benefício, o piso e o teto do INSS, os atrasados de até 5 anos, o abono anual, quem tem direito, o que muda no acidente de trabalho e o que fazer se o INSS negar.

Atualizado em 2026 · Leitura de 6 minutos

Em resumo
  • A calculadora de auxílio-acidente mostra uma estimativa do valor mensal, do 13º e dos atrasados de até 5 anos, com base em perguntas rápidas.
  • O auxílio-acidente vale 50% do salário de benefício, que não é menor que 1 salário mínimo nem maior que o teto do INSS.
  • Quem teve acidente do trabalho ainda pode ter outros direitos, como a estabilidade de 12 meses e a indenização da empresa.

Você sofreu um acidente, ficou afastado pelo INSS e voltou a trabalhar com uma limitação. A mão não fecha como antes, o joelho dói na escada, a força diminuiu. O INSS deu alta, e ninguém falou em auxílio-acidente. A calculadora de auxílio-acidente abaixo mostra, em cerca de 1 minuto, quanto o benefício pagaria por mês e quanto ficou para trás. Depois, explicamos cada conta.

A calculadora de auxílio-acidente pergunta a idade, o salário da época, a data da alta e como foi o acidente. Com isso, estima o benefício: 50% do salário de benefício, pago todo mês, mais o abono anual e os atrasados de até 5 anos. É uma estimativa. O valor oficial depende da média das suas contribuições e da análise do caso.

Abaixo da calculadora, você vê como cada número é calculado, quem tem direito e o que fazer se o INSS negar. Para entender a diferença entre os benefícios, veja o auxílio-doença e o auxílio-doença acidentário.

📋 O que você vai ver neste artigo

Como usar a calculadora de auxílio-acidente

Separe o holerite da época do acidente. Lembre também a data da alta do INSS, ou o dia em que você voltou a trabalhar. A calculadora pergunta a idade, o salário e essa data. Depois, quer saber se você tinha carteira assinada, como foi o acidente e qual sequela ficou. Se quiser, conte em poucas palavras o que aconteceu. Para ver o resultado, informe nome e WhatsApp. Quem não tem sequela, já se aposentou ou perdeu a proteção do INSS vê uma explicação, porque nesses casos o benefício em regra não é pago.

Como a calculadora de auxílio-acidente calcula o valor

O auxílio-acidente vale 50% do salário de benefício (art. 86 da Lei 8.213/91). O salário de benefício não pode ser menor que 1 salário mínimo nem maior que o teto do INSS (art. 29, § 2º). Em 2026, isso significa:

LimiteSalário de benefícioAuxílio-acidente por mês
PisoR$ 1.621,00 (1 salário mínimo)R$ 810,50
TetoR$ 8.475,55R$ 4.237,78

Entre esses dois valores, o benefício é metade do que a calculadora usa como base. Além disso, o INSS paga o abono anual, o “13º” do benefício. Veja auxílio-acidente.

Exemplo da calculadora de auxílio-acidente com salário de R$ 3.600

Paulo ganhava R$ 3.600 e caiu da moto num fim de semana. Ficou afastado e voltou ao trabalho com perda de força na mão. O INSS deu alta há 18 meses e não concedeu o auxílio-acidente. Veja a estimativa:

ParcelaContaValor aproximado
Benefício por mês50% de R$ 3.600R$ 1.800
Abono anual1 parcela por anoR$ 1.800
Total por ano12 parcelas e o abonoR$ 23.400
Atrasados de 18 mesesR$ 1.800 × 18, mais o 13º proporcionalR$ 35.100

Os valores são brutos e aproximados, sem correção e juros, e servem só para ilustrar. O benefício continua sendo pago todo mês, junto com o salário, até a aposentadoria.

Calculadora de auxílio-acidente: os atrasados de até 5 anos

Em regra, o auxílio-acidente começa no dia seguinte ao fim do auxílio-doença que veio antes dele. Se o INSS não concedeu na hora certa, dá para cobrar o que ficou para trás. O limite são os últimos 5 anos (Tema 862 do STJ). Por isso, a calculadora conta os meses desde a alta, até o máximo de 60. Quanto mais cedo você procura um advogado, menos meses deixa de fora.

Quem tem direito ao auxílio-acidente

Três pontos decidem o direito. Primeiro, ser segurado do INSS na data do acidente. Segundo, ter sofrido um acidente de qualquer natureza. Terceiro, ter ficado com uma sequela permanente, que reduz a capacidade para o trabalho que você fazia. Não há carência, e o acidente pode ter acontecido fora do trabalho. A lesão não precisa ser grave, e o STJ já aceitou o benefício para lesões pequenas (Tema 416). Quem contribui só como autônomo, MEI ou facultativo, em regra, não tem esse direito.

Acidente do trabalho e acidente fora do trabalho: o que muda

O valor do auxílio-acidente é o mesmo nos dois casos. A diferença está nos outros direitos. No acidente do trabalho, ou na doença causada por ele, a empresa deve emitir a CAT. Quem ficou afastado pelo INSS com benefício acidentário tem estabilidade de 12 meses depois da alta. Também pode haver indenização da empresa, se ela teve culpa. Por isso, a calculadora destaca esses casos. Veja acidente de trabalho, acidente de trajeto, CAT e indenização por acidente de trabalho.

Quando o auxílio-acidente em regra não é pago

Há três situações em que a conta costuma não valer. Primeiro, quando não ficou sequela: o benefício exige uma redução da capacidade. Segundo, quando a pessoa já se aposentou. Nesse caso, o auxílio-acidente só convive com a aposentadoria se a lesão e a aposentadoria vieram antes de 11/11/1997 (Súmula 507 do STJ). Terceiro, quando o acidente veio depois de a pessoa perder a proteção do INSS. Em regra, isso ocorre 12 meses depois de sair do último emprego com carteira, e o prazo pode chegar a 24 ou 36 meses.

Calculadora de auxílio-acidente: a média das contribuições

A calculadora usa o salário que você informa. O INSS calcula com a média dos seus salários de contribuição, e essa média pode ser menor ou maior. Por isso, o valor oficial só sai da análise dos seus extratos, o CNIS. Se o seu salário mudou muito nos últimos anos, a diferença pode ser grande. Um advogado confere os dados no Meu INSS.

E se o INSS negou ou deu alta sem conceder o benefício?

Isso é comum, e há caminho. Você pode recorrer ao próprio INSS, em até 30 dias, ou entrar com ação na Justiça. Veja benefício negado pelo INSS e perícia do INSS. Se o acidente foi do trabalho, a ação corre na Justiça Estadual. Se foi fora do trabalho, corre na Justiça Federal. Lá, um perito médico independente avalia a sequela. Laudos, exames e relatórios médicos guardados desde a época do acidente fazem muita diferença.

Quanto pode estar faltando no seu benefício

O caso abaixo é hipotético e usa situações comuns.

Sandra trabalhava como operadora de loja e ganhava R$ 3.900. Quebrou o ombro numa queda em casa, voltou ao trabalho com perda de movimento e nunca pediu o auxílio-acidente. Trinta meses depois, um colega comentou o benefício. Pela conta da calculadora, ela teria direito a cerca de R$ 1.950 por mês, e a cerca de R$ 63.400 de atrasados. O valor depende de provar a sequela e não inclui correção e juros.

O receio de pedir o benefício

Muita gente acha que, por ter voltado ao trabalho, perdeu o direito. Outros têm medo de ser mal vistos na empresa. Mas o INSS paga o auxílio-acidente, e não a empresa, e você o recebe junto com o salário. O prazo de 5 anos para os atrasados corre mês a mês. Guardar laudos e exames desde já mantém as opções abertas.

Você se identifica com alguma destas situações?

Se você se viu em algum item, fale com um advogado, com sigilo.

🔒 Atendimento pelo WhatsApp, com sigilo. A conversa não obriga você a entrar com nenhuma ação.

O que o STJ já decidiu sobre o auxílio-acidente

Em resumo, é isto que a Justiça já decidiu:

⚖️ Tema 416 do STJ

O auxílio-acidente é devido mesmo quando a lesão é pequena, desde que reduza a capacidade para o trabalho que a pessoa fazia.

Ver a fonte oficial

⚖️ Tema 862 do STJ

O benefício começa no dia seguinte ao fim do auxílio-doença, e os atrasados alcançam os últimos 5 anos.

Ver a fonte oficial

⚖️ Súmula 507 do STJ

Quem já se aposentou só recebe junto o auxílio-acidente se a lesão e a aposentadoria vieram antes de 11/11/1997.

Ver a fonte oficial

Erros comuns na calculadora de auxílio-acidente e no pedido do benefício

Por que ter um advogado acompanhando o seu caso

A estimativa não basta: o valor real depende de provar a sequela e de conferir a média das suas contribuições. O INSS costuma dar a alta e encerrar o caso, e o segurado costuma ter só pedaços de documentos. Um advogado junta laudos e exames, pede a perícia certa e calcula o que falta.

Por isso, o advogado:

Cada caso é analisado individualmente, sem promessa de resultado.

Perguntas frequentes

O auxílio-acidente tem 13º?

Tem. O INSS paga o abono anual, e a calculadora soma esse valor no total por ano e nos atrasados.

Posso receber o auxílio-acidente e continuar trabalhando?

Pode. O benefício é pago junto com o salário, até a aposentadoria, e não acaba quando você volta ao trabalho.

Acidente fora do trabalho dá direito?

Dá. O benefício vale para acidente de qualquer natureza. O que muda são os outros direitos, como a estabilidade, que só existe no acidente do trabalho.

Quanto tempo posso cobrar de atrasados?

Os últimos 5 anos, contados desde o fim do auxílio-doença.

O INSS pode negar o benefício mesmo com sequela?

Pode, e isso é comum. Dá para recorrer ao INSS em até 30 dias ou entrar com ação. Na Justiça, um perito independente avalia a sequela.

O que dizem nossos clientes

Avaliações reais de clientes no Google.

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Jeferson Ricardo Mendes
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me ajudaram do começo ao fim, esclareceram todas minhas duvidas, indico 100%... parabéns pessoal
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Cristina Pereira lima
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Muito bom dando sequência em meu processo e com êxito parabéns
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Mickaelly Ramos
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Estou sendo acompanhada pelo escritório em um processo trabalhista e, até o momento, tenho recebido um bom atendimento, com atenção, esclarecimento das minhas dúvidas e apoio durante o andamento do processo. Sempre que recebo notícias, eles me explicam os próximos passos e me deixam mais tranquila em relação ao que está acontecendo. Meu processo ainda não foi finalizado, mas faço questão de reconhecer o suporte e a dedicação que tenho recebido até aqui. Espero que tudo continue caminhando bem e agradeço pela atenção e pelo cuidado comigo durante essa fase. ❤️
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Fernanda Gonçalves
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Excelente advogados, secretária educada, tira todas as dúvidas, aguardando os próximos passos 😊 mais desde já agradeço
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Guilherme Silvério de Lima
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Muito ótimo atendimento e rápido a resposta
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Daramicaele Micaele
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Ótima experiência com todos eles, muito bem carinhosos, excelente trabalho, recomendo muito ❤️❤️🙏
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Carolina Rios
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Muito profissionais, super indico!
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tayna Lorrayna
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Extremamente competentes e atencioso, recomendo para qualquer um!!!

Quer conferir o seu caso

O resultado é uma estimativa. O valor exato depende dos seus extratos, dos laudos e da perícia. Se você ficou com sequela e o INSS nunca falou em auxílio-acidente, um advogado olha os seus documentos e diz quanto dá para cobrar.

Você fala pelo WhatsApp, com sigilo, e sem compromisso de entrar com ação.

🔒 Atendimento pelo WhatsApp, com sigilo. A conversa não obriga você a entrar com nenhuma ação.

Sobre o autor
Jonas Figueiredo
Advogado trabalhista · OAB/SP 301.308
Atua em direito do trabalho desde 2010. Pós-graduado em Direito e Processo do Trabalho pela Escola Paulista de Direito (EPD), com MBA em Direito e Prática do Trabalho e em Direito e Prática Previdenciária. Tem formação em Técnicas de Negociação e em Planejamento Estratégico para Escritórios de Advocacia pela Fundação Getulio Vargas (FGV). É membro da Ordem dos Advogados do Brasil, da Associação dos Advogados de São Paulo (AASP) e da Associação dos Advogados Trabalhistas de São Paulo (AATSP).
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